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O Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA), enviado ao Congresso Nacional nesta sexta-feira (29/8), projeta que o salário mínimo suba para R$ 1.631 a partir de janeiro de 2026. O valor representa um acréscimo de R$ 113 em relação ao piso atual de R$ 1.518, o que equivale a um aumento de 7,44%.

Segundo especialistas, a correção do salário mínimo é calculada com base na inflação acumulada do ano anterior e no crescimento do Produto Interno Bruto (PIB). A proposta do PLOA, que orienta o planejamento financeiro do governo federal para o próximo ano, ainda precisa ser aprovada pelo Congresso Nacional antes de entrar em vigor.

O aumento impacta diretamente milhões de trabalhadores e beneficiários de programas sociais que utilizam o salário mínimo como referência, incluindo aposentados, pensionistas e segurados do INSS. Com a alta, o poder de compra desses cidadãos tende a se manter próximo ao nível atual, considerando a previsão de inflação.

Economistas alertam que, embora o aumento seja positivo para os trabalhadores, será necessário acompanhar o cenário econômico do país, já que pressões inflacionárias podem reduzir o efeito real do reajuste.

O governo federal estima que a correção do salário mínimo para 2026 também terá impacto nas contas públicas, sendo considerada na previsão de gastos com benefícios previdenciários e programas sociais.

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