
A Câmara Municipal de Barreiras divulgou nesta quarta-feira (28) uma nota oficial de repúdio contra ataques sofridos pelo presidente da Casa Legislativa, Yure Ramon da Silva Cunha, nas redes sociais. Segundo o comunicado, as agressões possuem caráter preconceituoso e racista, sendo classificadas pela instituição como atitudes “repudiáveis do ponto de vista ético e moral”.
No texto, a Câmara destaca que o respeito à dignidade humana deve prevalecer nas relações públicas e políticas, reforçando que o debate democrático não pode ser transformado em instrumento de propagação de ódio ou discriminação.
A nota também ressalta a trajetória política de Yure Ramon, descrito como um jovem comprometido com a ética, a transparência e o trabalho legislativo em favor da população barreirense. Para a Casa Legislativa, os ataques direcionados ao presidente atingem não apenas sua honra pessoal, mas também os princípios democráticos e de convivência social.
“Atacar sua honra e dignidade, especialmente com manifestações discriminatórias, fere não só a ele, mas a todos que acreditam numa convivência democrática pautada pela tolerância, pelo diálogo e pela justiça social”, afirma trecho da nota.
A Câmara Municipal reiterou ainda o posicionamento contrário a qualquer tipo de preconceito ou discriminação, defendendo a manutenção do respeito e da civilidade tanto no ambiente político quanto nas relações sociais.
Outro ponto destacado pela instituição é que os fatos denunciados deverão ser encaminhados às autoridades competentes, para que sejam adotadas as medidas legais cabíveis.
Ao final do comunicado, a Câmara reafirma apoio irrestrito ao presidente Yure Ramon e reforça o compromisso com os princípios da administração pública, como ética, transparência e compromisso social.
A nota foi encerrada com uma mensagem de união contra o racismo e o preconceito:
“Estaremos juntos contra o racismo e o preconceito, fortalecendo o respeito mútuo e a convivência harmônica que devem nortear a vida em comunidade e a atuação política no município.”
A manifestação foi assinada pela Câmara Municipal de Vereadores de Barreiras, no oeste da Bahia.