• janeiro 16, 2026
  • Bahia Realidade News
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O recesso judiciário agravou os problemas enfrentados pelos 4.759 trabalhadores da Serede, empresa de manutenção de redes da Oi, depois que a falência foi decretada e a autorização para desligar funcionários foi dada no final do ano passado. As federações representativas, como a FITTLIVRE, entraram com embargo de declaração na 7ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro para que a juíza Simone Gastesi Chevrand suprisse lacunas na decisão de falência que não previram desdobramentos para proteção dos empregados e do patrimônio da companhia.

Segundo as federações, em reunião com a administração da massa falida da Serede, a administradora judicial Tatiana Binato se comprometeu a buscar autorização judicial para localizar soluções aos impasses enfrentados pelos trabalhadores.

Entre as principais pendências, os trabalhadores relatam que pensões judiciais foram descontadas e ainda não pagas às pensionistas, empréstimos consignados não foram quitados, o plano de saúde foi descontinuado por inadimplência da própria Serede e não houve encerramento formal do atendimento, além de contas do FGTS estarem incompletas.

Trabalhadores também afirmam que a falta de regras claras para a devolução dos automóveis da Serede às locadoras provocou episódios em que as locadoras tentaram recolher os veículos de forma irregular e com coerção. Representantes sindicais defendem que a devolução ocorra sem risco de penalidades para o trabalhador.

Além disso, há indefinição sobre a devolução de materiais, equipamentos e ferramentas de trabalho, o que aumenta a incerteza entre os trabalhadores demitidos.

Fonte: Convergência Digital, reportagem publicada em 13 de janeiro de 2026.

Fonte: Portal Bahia Realidade News
Por: Marciel Guedes