As passagens de ônibus rodoviários interestaduais no Brasil são reguladas pela ANTT, que autoriza reajustes periódicos para compensar custos como diesel, pneus, salários e manutenção. Esses aumentos não dependem diretamente do presidente, pois seguem cálculos técnicos da agência federal.
Em 2022, a ANTT autorizou um reajuste de 11,90% nas tarifas de ônibus interestaduais e internacionais, baseado na alta de insumos como combustível e veículos.
Já em 2025, houve novo reajuste técnico nas tarifas do transporte semiurbano interestadual, com aumento de 2,919% no coeficiente tarifário aplicado às empresas.
Em 2026, a agência atualizou um indicador econômico do setor com alta de 2,241%, que serve para cálculos internos e equilíbrio financeiro do transporte. Esse ajuste não altera diretamente o preço da passagem, mas mostra a tendência de correções constantes nos custos do sistema.
Na prática, comparando os dados oficiais:
- 2022: aumento autorizado de 11,90% nas passagens interestaduais
- 2025: reajuste técnico de cerca de 2,9%
- 2026: atualização econômica de cerca de 2,2% nos parâmetros do setor
Somando os reajustes técnicos mais recentes desde 2022, o sistema acumulou correções próximas de 15% a 18% ao longo dos últimos anos, dependendo da linha e da região, já que cada trajeto pode ter valor final diferente com pedágio, ICMS e taxa de terminal.
Isso explica por que muita gente sente que a passagem está mais cara hoje. O preço varia conforme a distância, o tipo de ônibus e o custo local, mas os reajustes seguem ocorrendo periodicamente para manter o funcionamento das empresas de transporte.
Fontes: ANTT; Diário do Transporte; WebAdvocacy.
Fonte: Portal Bahia Realidade News
Por: Marciel Guedes








































































































































