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NOTÍCIA

Militância seletiva esquece que avião ligado a sócio do dono do Banco Master podia ser contratado por qualquer empresário ou político

A polêmica em torno do uso de aeronaves ligadas a empresas das quais o dono do Banco Master já foi sócio gerou críticas nas redes sociais. No entanto, documentos públicos mostram que o modelo de negócio dessas companhias funcionava por meio de contratos de uso compartilhado, algo comum no setor de aviação executiva no Brasil.

Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master, foi sócio da empresa Prime You, especializada na venda de cotas de bens de luxo, incluindo aeronaves executivas. O sistema permite que empresários e políticos contratem horas de voo mediante contrato formal, prática regulamentada pela Agência Nacional de Aviação Civil.

Esse formato não é exclusivo de um grupo político. Qualquer cliente com capacidade financeira pode adquirir cotas ou contratar horas de voo. O modelo é semelhante ao de táxi aéreo executivo, bastante utilizado no país por autoridades e empresários.

Registros do Registro Aeronáutico Brasileiro mostram que aeronaves executivas podem estar em nome de holdings ou empresas específicas, não necessariamente no nome pessoal dos sócios. Isso é prática comum no mercado.

Enquanto parte da militância tenta transformar o tema em narrativa ideológica, os fatos indicam que o serviço estava disponível comercialmente. A discussão, portanto, gira mais em torno de disputa política do que de ilegalidade comprovada até o momento.

Fontes:
Agência Nacional de Aviação Civil, Registro Aeronáutico Brasileiro
Reportagens econômicas do Valor Econômico e Exame sobre Prime You e Banco Master
Dados societários disponíveis na Junta Comercial de Minas Gerais

NOTÍCIA, Política

Lula viajou à COP27 em avião de empresário que já foi alvo de investigação por corrupção eleitoral

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, viajou em novembro de 2022 para a Conferência do Clima da ONU, a COP27, realizada em Sharm el-Sheikh, no Egito, utilizando um avião particular do empresário José Seripieri Filho, fundador da Qualicorp e dono da operadora QSaúde.

A viagem ocorreu quando Lula ainda era presidente eleito. A aeronave utilizada foi um jato executivo Gulfstream G600, pertencente ao empresário. O caso gerou repercussão política porque Seripieri já havia sido investigado pela Justiça Eleitoral de São Paulo por suspeitas de caixa dois, corrupção e lavagem de dinheiro relacionadas à campanha de 2014 do então senador José Serra.

De acordo com informações publicadas à época, o empresário firmou acordo de colaboração premiada, pagou multa e respondeu às acusações no âmbito da Justiça Eleitoral. Parte dos detalhes do acordo permaneceu sob sigilo judicial.

A utilização do avião motivou o deputado federal Ubiratan Sanderson, do PL, a protocolar pedido junto à Procuradoria-Geral da República solicitando apuração das circunstâncias da viagem. O parlamentar questionou o uso da aeronave privada e os vínculos entre o presidente eleito e o empresário.

Em resposta às críticas, integrantes da equipe de transição afirmaram que não houve empréstimo formal do avião, mas sim uma viagem conjunta com o proprietário da aeronave. Também foi argumentado que, naquele momento, Lula ainda não tinha à disposição avião oficial da Força Aérea Brasileira para o deslocamento internacional.

A participação de Lula na COP27 marcou sua reaproximação com a agenda ambiental internacional, mas a forma como ocorreu o deslocamento acabou gerando debate político interno.

Fontes: UOL Notícias; O Povo; IstoÉ Dinheiro; IG Último Segundo; Metrópoles.

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Serra do Ramalho vive insatisfação da população com abandono de vias públicas e serviços básicos

A cidade de Serra do Ramalho, no oeste da Bahia, tem sido alvo de reclamações constantes dos moradores devido às condições precárias da infraestrutura urbana e da execução de serviços públicos essenciais. Nas redes sociais, moradores continuam a divulgar imagens que mostram ruas da cidade com buracos extensos, sinalização precária e dificuldades no tráfego de veículos, situação que reflete a insatisfação com a falta de manutenção das vias públicas.

As reclamações mostram que trechos de ruas e avenidas na zona urbana apresentam pavimentação danificada e sem reparos adequados, causando transtornos diários para motoristas, motociclistas e pedestres, que relatam aumento no risco de acidentes e prejuízos progressivos para o comércio local. A insatisfação também envolve relatos de lentidão no atendimento a demandas recorrentes da população, sobretudo em áreas que dependem de serviços básicos de urbanização.

Além dos problemas nas vias urbanas, em níveis institucionais a cidade enfrenta desafios na gestão pública. O Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia abriu investigação sobre possíveis irregularidades em contratos firmados pela Prefeitura, o que tem gerado questionamentos sobre a transparência no uso de recursos públicos.

Na área de segurança pública, a Guarda Civil Municipal (GCM) relatou dificuldades operacionais por conta do sucateamento de equipamentos e falta de estrutura adequada para atender ocorrências, situação que levou a corporação a reduzir sua atuação por falta de condições mínimas de trabalho.

Os problemas surgem em um contexto em que o município foi administrado nos últimos anos pelo prefeito Eli Carlos dos Anjos Santos, conhecido como Lica, que teve sua gestão questionada no passado por condutas relacionadas ao uso da máquina pública em benefício eleitoral, e cuja situação política ainda repercute na população local.

Moradores também apontam que a falta de respostas claras das autoridades municipais para demandas por serviços básicos como conservação de ruas, limpeza urbana, sinalização e segurança tem agravado a sensação de abandono no cotidiano da cidade.

Fonte Portal Bahia Realidade News
Direção geral: Roberto Cezar
Reportagem: Marciel Guedes

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Gestão de Júnior Marabá é alvo de críticas por buracos e acúmulo de lixo em Luís Eduardo Magalhães
Arquivo TV oeste.

Moradores de intensificaram as críticas à administração do prefeito diante de problemas estruturais em diversos bairros da cidade. As reclamações apontam ruas esburacadas, acúmulo de lixo e falta de manutenção em vias públicas.

No bairro Santa Cruz e em outras regiões, motoristas, motociclistas e ciclistas relatam prejuízos e riscos causados pelas condições das ruas. Moradores afirmam que a situação teria piorado após a reeleição do atual gestor.

A população cobra medidas urgentes da prefeitura para recuperação da malha viária e reforço na limpeza urbana. O município, que apresenta crescimento econômico e populacional, demanda planejamento e investimentos contínuos em infraestrutura.

A reportagem buscou posicionamento oficial da Prefeitura sobre as queixas apresentadas. Até o fechamento desta matéria, não houve retorno.

Fonte: Portal Bahia Realidade News
Direção Geral: Roberto Cezar
Reportagem: Marciel Guedes

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Dinho, o baiano irreverente que conquistou o Brasil

Dono de um carisma explosivo e de um humor que marcou os anos 1990, Dinho, nome artístico de Alecsander Alves, foi o vocalista da banda Mamonas Assassinas. Ele nasceu em 5 de março de 1971, em Irecê, no interior da Bahia, e ainda criança se mudou com a família para Guarulhos, em São Paulo.

Com os Mamonas, Dinho misturou rock, forró, pagode, heavy metal e músicas regionais com letras irreverentes e sátiras sociais. Em 1995, o único álbum do grupo, “Mamonas Assassinas”, vendeu mais de 3 milhões de cópias no Brasil, segundo dados da Associação Brasileira dos Produtores de Discos, ABPD, hoje Pro-Música Brasil.

A trajetória meteórica foi interrompida em 2 de março de 1996, quando o avião da banda caiu na Serra da Cantareira, em São Paulo. A tragédia vitimou os cinco integrantes e marcou a história da música brasileira.

Mesmo com carreira curta, Dinho permanece como símbolo de autenticidade e alegria nos palcos, especialmente para fãs que se orgulham de suas raízes nordestinas.

Fontes: portal Bahia realidade News

Direção geral: Roberto Cezar

Reportagem: Marciel Guedes